Dessa vez eu também morro...
Nosso amor foi arruinado pela malevolência
Pedaços de vidro quebrados sem nenhuma importância
Sonhos bonitos que eu gostava, agora são tão nojentos
Como se eu visse você de branco, com seus cabelos contra o vento
Eu vi o sorriso desaparecendo de seu rosto,
Você sangrou até não sobrar nada em suas veias
O sangue manchou minha roupa, nunca mais vou lavar
Para poder sentir o cheiro de seu sangue todo dia antes do jantar.
Lágrimas se misturam com o sangue que pinga no chão do meu quarto,
Combinam com seus gritos de angústia e sua voz desesperadora.
Admita a pena que deve pagar, olhe para essa faca que está a brilhar.
Memórias dolorosas que terei, minha visão sobre você agora virou pó.
Seu sorriso de porcelana se foi, eu te deixei ir
Talvez cedo demais, mesmo assim deixei-te ir
"Eu te amo" são palavras insignificantes...
Que somem enquanto eu corto sua garganta...
E eu estou cortando sua garganta...
(Lucas B. Piton)
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Não sei exatamente o que vc quis dizer com esse poema, pois cada pessoa interpreta de uma forma...mas qdo leio ele me recordo de um momento que passei...é interessante ler palavras que foram escritas por um outro alguém, mas que parecem ter saído da minha boca.
Maravilhosoooooooooooo!!!
Postar um comentário